terça-feira, 21 de julho de 2015

Conhecendo o planeta Terra através da cartografia.



C.E.B. Alberto Balduíno Barchfeld
Professora: MarianyUhlendorf
Série: 5o ano

            Os alunos do 5o ano do C. E. B. Alberto Balduíno Barchfeld participaram do projeto “Conhecendo o planeta Terra através da cartografia”.
            O projeto objetiva auxiliar o aluno a superar a dificuldade na compreensão e no uso da escala geográfica. Uma das atividades que foram propostas é o jogo da “Batalha Naval” que propicia aos alunos situações nas quais o conceito de cartografia é utilizado. Saber interpretar corretamente um mapa é condição para o entendimento do espaço geográfico.


O perfil do mediador de conflitos na escola


Todos os profissionais de uma escola devem saber lidar com desavenças. No entanto, alguns se especializam nessa função. Conheça as principais características dos mediadores, responsáveis por tentar solucionar conflitos por meio do diálogo.

Raissa Pascoal 

Exibindo

Quando se trata de relações humanas, é impossível que, vez ou outra, não se tenha conflitos. E a escola não escapa dessa lógica. Casos de indisciplina, violência e desentendimentos entre alunos podem ocorrer - e de fato ocorrem. Nesse contexto, muitas instituições criaram a figura do mediador, que pode ser um aluno, professor, gestor ou funcionário, capacitado para abrir um caminho de diálogo entre os envolvidos em um conflito para tentar solucioná-lo de forma pacífica.
O mediador deve passar por uma capacitação. Esse processo pode envolver cursos sobre prevenção da violência, ética e princípios de mediação feitos em instituições especializadas em mediação ou oferecidos pelo governo ou ONGs.
A escolha de quem assume o cargo varia de escola para escola ou de secretaria para secretaria. No entanto, é ideal que se priorize os voluntários. "Essa pessoa deve levantar a mão para fazer isso. Ela, geralmente, tem uma disposição interna para realizar esse trabalho", diz Celia Bernardes, psicóloga e coordenadora de projetos de capacitação do Instituto de Mediação Transformativa. "A pessoa que tem um determinado perfil, como ser um bom ouvinte, é a que, normalmente, acaba se identificando mais com a atividade", afirma.
Veja as principais características e habilidades de um bom mediador e com quais conceitos de mediação ele deve estar familiarizado.
Características de um bom mediador
Ser bom ouvinte
Antes de tudo, o mediador deve saber ouvir. "É importante que o mediador escute e entenda o que o outro diz. Não é buscar a verdade, mas tentar compreender, no discurso dos envolvidos, a leitura que cada um faz do que aconteceu", explica Catarina Iavelberg, assessora psicoeducacional e colunista de GESTÃO ESCOLAR. Para isso, ele deve saber devolver para o outro o que compreendeu e confirmar se isso está certo.
Ser capaz de estabelecer um diálogo
Um profissional que exerça a função de mediador deve ser capaz de conseguir criar um contexto de comunicação que facilite a expressão das pessoas envolvidas no conflito. Ele deve deixar as pessoas confortáveis para falar, sem que se sintam julgadas ou previamente apontadas como culpados.
Ser sociável
Em geral, um mediador de conflitos em uma escola tem facilidade de se aproximar dos membros da comunidade escolar, conquistando sua confiança.
Ser imparcial
Ainda que conhecer os envolvidos seja um bom aspecto, isso não pode interferir na imparcialidade do mediador. Por exemplo, quando ele é chamado para interceder num caso de um aluno que constantemente tem uma atitude inadequada, ele deve avaliar se está tomando partido de um dos lados previamente. "Se o mediador não souber separar, ele já vai pressupor que esse estudante é o culpado", diz Celia Bernardes.
Ter cuidado com as palavras
As palavras que o profissional usa para mediar um conflito também são importantes. Segundo a pedagoga Adriana Ramos, coordenadora do Grupo de Pesquisa em Educação Moral da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquisa Filho" (Unesp) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a linguagem descritiva, expondo todos os fatos sem juízo de valor, favorece que os envolvidos percebam o que está acontecendo e não julguem a personalidade do outro.
Ter uma postura educativa

Um mediador não deve adotar a postura de que resolverá o conflito. O papel dele é ajudar os alunos a compreenderem como eles podem resolver a situação por conta própria. "A escola tem de investir em um projeto educacional que preveja que os alunos, ao longo da escolaridade, sejam capazes de socializar e mediar os próprios conflitos", explica Catarina Iavelberg.
Trabalhar com o paradigma da responsabilização

Além de ter as habilidades já citadas e ser capacitado continuamente para exercer essa função dentro de uma escola, o mediador deve mudar seu paradigma de punição dos envolvidos para o de responsabilização. Isso significa que, em vez de aplicar uma sanção (como uma advertência, suspensão etc.), ele deve fazer com que os envolvidos assumam a responsabilidade por seus atos, corrigindo-os sempre que possível (pedido de desculpas, reforma de equipamento depredado etc.).


Fonte: http://gestaoescolar.abril.com.br/comunidade/perfil-mediador-conflitos-escola-750645.shtml


"Achei bastante interessante o texto. Ele veio de encontro com o que eu acredito, pois sempre que eu me deparo com situações de conflito procuro ouvir os dois lados. E quando tenho que tomar uma atitude em que preciso deixar "a criança de castigo", converso com a criança para que ela perceba que não é castigo e sim que ela perdeu o direito de brincar, ou deixar de fazer algo que ela queria por consequência da atitude que ela teve. Penso que agindo assim a criança começa a perceber que toda ação tem uma consequência e que cada um é responsável por seus atos."

Professora Luciane G. Passig

Visita ao Correio - CEB Arthur Bruno Jandt

Hoje, dia 17/07, os alunos do 4º ano do CEB Arthur Bruno Jandt visitaram a agência dos Correios na praça 22 de Julho. Como parte de conclusão de uma atividade das aulas do Programa de Leitura e Matemática onde foi trabalhado o Gênero textual Carta. Após conhecerem a estrutura deste gênero, eles escolheram um parente ou amigo que moravam em outra cidade e escreveram uma carta. Esta atividade foi muito prazerosa. 
Eles nasceram na época da tecnologia e da comunicação virtual, quase todos já fazem uso de muitos recursos tecnológicos para se comunicarem.
 A carta foi uma novidade!!! Por incrível que pareça! Todo o processo contribuiu, desde a escrita da carta, organizar o pensamento e escrever contando as novidades, o preenchimento do envelope, a ida ao correio, pagar o selo, receber o troco, segundo alguns alunos "a coisa mais legal que já fiz". 
Antes de retornarmos para a escola ainda puderam ver de perto os quadros de arte expostos em frente da Prefeitura, que fazem parte do Programa Fabricando Arte, com a Professora Marleide. As amostras estavam lindas e os alunos ficaram surpresos com a beleza dos quadros e com a pouca idade dos artistas. Durante essa visita a professora responsável contou que um aluno havia dito que a sua obra estava errada, e não se parecia com a que ele havia escolhido para reproduzi-la. Ouvindo isso, nosso aluno, Alison Hilleshein, disse que como a professora de artes fala em sala, "não há obra de arte errada, pois é a imaginação de cada um". Esses comentários feitos pelos alunos mostra o conhecimento construído é que torna nosso trabalho tão gratificante. 
Boas férias crianças!!! Até dia 03 de agosto!
 
Gestora: Claudia F. S Semmer 
 
 

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Resgatando brincadeiras esquecidas

O 1º ano do CEB "Arthur Bruno Jandt" com o intuito de resgatar as brincadeiras esquecidas confeccionou um pião de tampinha e palito. Também brincamos de amarelinha, chicote queimado e cantigas de roda. Foram momentos muito prazerosos. 

Professora Lais F. Kniess


Não é uma caixa

Materiais diversos que a princípio “não são brinquedos”, mas podem se transformar em.  Entre eles: caixas de diversos tamanhos, embalagens (podem virar mercadinho, farmácia, ou servir para carregar carrinhos...).
Foi assim com as caixas trazidas pela Turma do Ursinho, elas viraram banheiras, carros, mesinhas, mercadinho, garagem...
O livro, “Não é uma caixa”, de Antoinette Portis. Trata esta questão do imaginário e da criatividade da criança ao dar outro significado aos objetos. 
 Professora Laura E.V. Prim

SETIC- (Serviço Especializado em Treinamentos In Company), Oferece Cursos em Trombudo Central. Confira!


MOMENTO DA HISTÓRIA.



Hoje quero compartilhar com vocês um pouquinho da nossa roda de história, onde as crianças adoram a criatividade e amam participar também. Esse momento é muito gratificante onde temos a atenção e olhinhos cativantes de todos os lados. Onde o  objetivo é oportunizar a criatividade, imaginação, humor;

Professora Débora Klaumann

 
 
 

Aquisição de livros de história infantil para os CEIs do Município de Trombudo Central. Os professores do CEI Gente Miúda e seus pequenos, p...