quarta-feira, 11 de março de 2015

Jogo da Forca!

CEB "Arthur Bruno Jandt"
1º ano-Professora Lais França Kniess- 

No dia do brinquedo o aluno Gustavo trouxe seu jogo da forca e pediu para jogar com toda a turma. Aceitei a ideia estipulando uma nova regra: "Só vale nomes da turma".
Formei dois grupos, montei um nome com as letras móveis viradas para baixo e solicitei a um aluno que contasse quantas letras formava o nome desconhecido.
Cada grupo na sua vez arriscou uma letra e a partida só terminou quando todas as letras foram viradas. 
Além do divertimento o jogo proporcionou que as crianças refletissem sobre o Sistema de Escrita Alfabética, desenvolvendo habilidades importantes no processo de alfabetização, como: nomear as letras do alfabeto, reconhecer nomes da turma e perceber que as palavras variam quanto ao número, repertório e ordem de letras.
Fiquei muito feliz em uma das partidas, quando solicitei que Nícolas contasse o número de letras do nome e ele logo falou: "tem 7, então é o meu nome,o do Gustavo ou da Isadora".





França reconhece distúrbio de déficit de atenção e hiperatividade

Indicação Professora Monica - Atendimento Especializado e Apoio Escolar

Os principais sintomas do TDAH são a impulsividade, a falta de concentração e a hiperatividade.
Os principais sintomas do TDAH são a impulsividade, a falta de concentração e a hiperatividade.
facebook.com/pages/TDAH
Elcio Ramalho
Depois de dois anos de intensos debates, a Alta Autoridade de Saúde na França (HAS, na sigla em francês) reconheceu oficialmente, o Transtorno do Déficit de Atenção com ou sem Hiperatividade, popularmente chamado de TDAH. A decisão, anunciada em fevereiro, veio acompanhada de uma série de recomendações para os médicos, familiares e profissionais de saúde enfrentarem um problema que atinge entre 3 e 5% da crianças em idade escolar na França.
O documento estabelece critérios para o diagnóstico e traz orientações para a abordagem e o tratamento de um distúrbio muito controverso. Para muitos psicanalistas, o déficit de atenção é reflexo de um problema psíquico interno da criança, que precisa ser resolvido com terapias, sem medicamentos.
Na outra ponta, estão os especialistas que enxergam o problema como originário de uma disfunção neurológica no cérebro, com causas ainda desconhecidas. E, em muitos casos, quando o problema gera um verdadeiro tormento para as crianças, pais e professores, sugerem o tratamento com medicamentos.
Para a Alta Autoridade de Saúde da França, uma instituição independente que colabora para as políticas do sistema de saúde do país, o déficit de atenção, com ou sem hiperatividade, é uma síndrome que associa três sintomas, que variam de intensidade.
São eles: o déficit de atenção, que normalmente é identificada como a dificuldade da criança em se concentrar por um tempo longo e não conseguir finalizar as tarefas, a hiperatividade motora, ou seja, uma agitação crônica e a dificuldade em parar quieto, e a impulsividade, caracterizada pela dificuldade em esperar e sempre querer atrapalhar os outros.
“Não se trata de uma doença. É uma dificuldade da maturação do cérebro que vai levar determinadas crianças a ter dificuldades de concentração, dificuldade para fazer alguma coisa até o final, dificuldades de leitura ou para escrever, entre outras coisas”, explica Jean Chambry, psiquiatra infantil e membro do grupo de trabalho da Alta Autoridade de Saúde.
“O dia a dia fica conturbado devido a essas dificuldades. E pode ficar ainda mais complicado por uma hiperatividade, ou seja, um distúrbio do comportamento, uma agitação e uma impulsividade”, acrescenta o especialista.
Dificuldade de diagnóstico
Nem sempre é fácil distinguir as crianças que realmente tem problemas de TDAH, das que são simplesmente agitadas e desconcentradas, em determinado momento da infância.
Melly, de 16 anos, foi diagnosticada com TDAH ainda na infância, aos seis anos, depois de apresentar sintomas típicos do distúrbio. “Eu tinha dificuldades de me concentrar, tirava notas baixas e não entendia porque sempre levava bronca. Não sabia o que fazer. Eu não conseguia dormir, sempre ficava mexendo minhas pernas. Eu me sentia diferente dos outros”, contou em entrevista à Rádio França Internacional.
Seu pai, Yannick, não sabia o que fazer e demorou muito a perceber o problema da filha. “Melly era como um canguru, que pulava o tempo inteiro. Para mim, ela era uma criança cheia de vida e curiosa, apesar de que não conseguia ficar muito tempo concentrada em uma mesma atividade. Mas na escola, os professores sempre reclamaram que ela não ouvia as ordens, que não conseguia ficar parada”, explicou.
A família foi orientada a consultar um especialista que diagnosticou o distúrbio. “Fizemos um grande trabalho em casa porque aos 6, 7 anos, diziam que ela era nula, nunca iria conseguir nada. A gente teve que mostra que ela conseguia fazer as coisas, que era capaz e que tínhamos orgulho dela”, disse o pai de Melly.
A recomendação da Alta Autoridade de Saúde é clara ao insistir na abordagem não medicamentosa do distúrbio. O primordial é investir em diferentes medidas educativas, psicológicas e sociais para enfrentar e tentar solucionar o problema. Entre as técnicas sugeridas pela instituição está a Terapia Cognitiva Comportamental, conhecida pela sigla TCC, que ajuda a criança a melhorar sua atenção.
Outros fatores importantes são dar suporte aos familiares para ajudar os pacientes a melhorar seu comportamento, adotar técnicas de reeducação para reforçar as competências cognitivas da criança e trabalhar terapias que permitam a afirmação do indivíduo diante de um grupo.
A HAS recomenda a entrada em ação de medicamentos apenas quando as terapias comportamentais não forem suficientes para resolver ou melhorar o déficit de atenção. O remédio é à base de metilfenidato, um estimulante para o distúrbio, conhecido também por um de seus nomes comerciais, Ritalina. Mas essa terapia medicamentosa, deve entrar no contexto de uma ação global para lidar com a TDAH.
“Essa síndrome deve ser tratada, na maioria dos casos por tratamentos sem medicamentos, mas eventualmente por tratamento com remédios, se for o caso”, avalia Cédric Gouchka, membro da Alta Autoridade de Saúde.
“Na França, existe apenas uma molécula disponível, o metilfenidato, comercializada com o nome de Ritalina. Não se pode ter medo. Se um especialista propõe aos pais é porque é recomendável e dentro de um contexto de segurança. Para nós, o importante é a eficiência para o tratamento para diminuir a deficiência da criança”, afirma.
Ausência de política pública no Brasil
No Brasil, os especialistas se organizam em associações como a ADBA, Associação Brasileira de Déficit de Atenção, e criam sites para ajudar na divulgação e informação do distúrbio. Para psicóloga Viviane Cornachini, criadora do site tdah.net.br, a ausência de políticas públicas dificulta uma melhor abordagem do problema no país.
“Dificulta para os profissionais da área de saúde e também para a população. Eu respondo muitas perguntas do tipo: 'eu tenho um filho suspeito de ter TDAH. O que faço?' As pessoas, de um modo geral, não sabem o que fazer”, diz.
“Eu oriento para um neurologista, que irá fazer as perguntas-chave para verificar (o distúrbio). O ideal seria que o neurologista encaminhasse para uma psicoterapia e fazer junto, se ele achar conveniente, a implementação medicamentosa. Mas nem sempre isso acontece”, afirma Viviane.
 
fonte : http://www.portugues.rfi.fr/geral/20150304-franca-reconhece-disturbio-de-deficit-de-atencao-e-hiperatividade

Pedagogia da Autonomia


Indicação da Professora Monica Prust
Vale  a pena  conferir :

Um vídeo muito interessante


sexta-feira, 6 de março de 2015

Mudanças e transformações. Por que tantas adolescentes engravidam? Assumindo responsabilidades: sexualidade e gravidez na adolescência.



Centro de Educação Básica Erica Hasse
Disciplina: Língua Portuguesa
Profª.: Ariane Lenzi Conink
Turma: 9º ano
Tema: Mudanças e transformações. Por que tantas adolescentes engravidam?
Assumindo responsabilidades: sexualidade e gravidez na adolescência.

Muitos acreditam que a gravidez na adolescência acontece por falta de informações dos jovens sobre o uso de anticoncepcionais, invariavelmente descobrimos que o motivo que leva as meninas da periferia da grande São Paulo à gravidez está ligado à falta de perspectiva, sensação de invisibilidade perante os familiares ou mesmo como uma tentativa de fuga de uma vida difícil, segundo o artigo de opinião trabalhado em sala Meninas Mães.

1. Gravidez
Biologicamente a gravidez pode ser definida como o período que vai da concepção ao nascimento de um indivíduo.
2. Gravidez na adolescência
Denomina-se gravidez na adolescência a gestação ocorrida em jovens de até 21 anos que se encontram, portanto, em pleno desenvolvimento dessa fase da vida – a adolescência. Esse tipo de gravidez em geral não foi planejada, nem desejada e acontece em meio a relacionamentos sem estabilidade. No Brasil os números são alarmantes.

* Partindo de textos informativos, entrevistas, depoimentos sobre o tema, os alunos do 9º ano elaboraram respostam opinativas sobre o que eles pensam a respeito do assunto.

Saiba o que os alunos do 9º ano pensam sobre esse assunto.
a) Você tem projetos para o futuro?
b) Caso tivesse um filho agora, como seria o seu futuro?
c) Quais atitudes você já poderia tomar para alcançar o futuro que deseja?



Bullying - A brincadeira que não tem graça



Centro de Educação Básica Erica Hasse
Disciplina: Língua Portuguesa
Profª.: Ariane  Lenzi Conink
Turma: 8º ano
Tema: Bullying - A brincadeira que não tem graça

Todos os dias, alunos no mundo todo sofrem com um tipo de violência que vem mascarada na forma de “brincadeira”. Estudos recentes revelam que esse comportamento, que até bem pouco tempo era considerado inofensivo e que recebe o nome de BULLYING, pode acarretar sérias consequências ao desenvolvimento psíquico dos alunos, gerando desde queda na autoestima até, em casos mais extremos, o suicídio e outras tragédias.
* Iniciamos o estudo do tema, fazendo a análise dos conhecimentos prévios dos alunos acerca do assunto. Listamos no quadro as definições possíveis, palavras, frases que os mesmo sabiam sobre o tema.
* Em seguida partimos para a leitura dos textos informativos sobre o tema e os próprios alunos definiram as respostas das três questões sugeridas, para aprofundamento do assunto.

--> O que é BULLYING?
É uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. São ações entendidas como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.

--> Que consequência ela pode ter?
As consequências são as mais variadas; revide de agressões, vontade de abandonar os estudos, isolamento, agressividade em casa e na escola, choro constantemente por raiva e tristeza, manifesta sentimentos de medo, insegurança e angústia, desvalorizando suas qualidades.

--> Como combater o BULLYING na escola?
- Afastar-se dos agressores;
- Procurar ajuda dos mais velhos;
- Não temer as ameaças;
- Não revidar o agressor;
- Estimular os amigos a informar os casos;
- Reconhecer e valorizar as atitudes para combater o problema;
- Criar regras de disciplina para a classe e para a escola;
- Estimular lideranças positivas entre os alunos, prevenindo futuros casos.


Trombudo Central: primeira rodada do Campeonato Municipal de Futsal será na sexta-feira


Seis equipes fazem parte da disputa
Na sexta-feira (06/03), será realizada a abertura do Campeonato Municipal de Futsal de Trombudo Central.
As disputas vão ocorrer no Ginásio de Esportes Walter Bell, às 19h.
Confira a tabela de jogos da primeira rodada

1º Rodada 06/03/2015
Local: Ginásio de Esportes Walter Bell
Horário
Equipe



Equipe
19h
Botafogo

X

Rex
    19h45
TJG Som e Eventos

X

          Bar do Zé
    20h30
PDH /  Mercearia São Miguel

X

       Amigos

Maria Alice (47) 8802-5604
 
Jari

Projeto de acolhimento e boas vindas: Quem tem medo do lobo

CEI Arthur Kroenke
O trabalho com contos clássicos encanta as crianças e possuem uma magia universal que é a capacidade de prender a atenção. Quem não se lembra dos contos de fadas contados ou lidos pelo pai, mãe, tias, avós ou professores? Neste primeiro momento abre um leque para trabalhar a imaginação, a brincadeira, a rotina e a integração, alimentação, higiene, entre outros.
Um momento muito especial foi levar frutas para a vovozinha, cantando com máscaras de lobo e com capinhas da Chapeuzinho que foram confeccionados pelos pais. No terreno próximo ao CEI a imaginação após ouvir a história "Cuidado com o menino", sentimos o aroma, a textura e saboreamos frutas, diante de toda esta magia crianças que muitas vezes recusam frutas comeram e repetiram. Depois brincaram livremente, vivenciando momentos de imaginação.  Partindo de contos clássicos e originais construímos ainda os combinados da turma.  
Professora: Laura Enedina Venâncio Prim

Aquisição de livros de história infantil para os CEIs do Município de Trombudo Central. Os professores do CEI Gente Miúda e seus pequenos, p...