quinta-feira, 9 de maio de 2019

Projeto Transitando pela Matemática

No início do ano letivo os alunos do 1º ano do Ensino Fundamental se deparam com um ambiente novo, com novas pessoas, novas regras e uma nova rotina. Justamente pensando nesse processo de adaptação desenvolveu-se este projeto que está sendo realizado no CEB “Alberto Balduíno Barchfeld” e CEB “Arthur Bruno Jandt” e tem por objetivo promover o desenvolvimento pessoal e social do aluno, buscando a boa convivência e consequentemente um ambiente favorável à aprendizagem.
Segundo a Base Nacional Comum Curricular “No novo cenário mundial, reconhecer-se em seu contexto histórico cultural, comunicar-se, ser criativo, analítico-crítico, participativo, aberto ao novo, colaborativo, resiliente, produtivo, e responsável, requer muito mais que acumulação de informações. (...) Independente da duração da jornada escolar o conceito de educação integral com o qual a BNCC está comprometida, se refere à construção intencional de processos educativos que promovam aprendizagens sintonizadas com as necessidades, as possibilidades e os interesses dos estudantes e, também, com os desafios da sociedade contemporânea.”.
           A escola deve formar cidadãos responsáveis e ativos. E além dos conteúdos, ensinar competências socioemocionais, como: pensamento crítico, comunicação, colaboração, atenção e ética. Pretende-se com este projeto trabalhar tais habilidades vinculadas ao ensino da matemática.
            Iniciamos o projeto realizando um passeio nos arredores da escola para observar as placas de trânsito e refletir sobre seus significados e a importância da sua existência. Assim, concluímos que as regras de transito existem para a segurança de todos e que num ambiente onde pessoas convivem regras são essenciais.
            Em seguida a turma produziu placas para indicar as regras da escola estabelecidas coletivamente. Para isso estudou-se sobre as categorias das placas de trânsito, apresentadas em cor e forma diferente e trabalhou-se o jogo da trilha gigante. Foram produzidas placas de regulamentação, advertência, educativas e auxiliares e fixou-se elas na sala de aula e nos espaços da escola de acordo com seus significados.
           Para dirigir uma pessoa precisa ter carteira de motorista, e se não cumprir as regras de trânsito, perde pontos e paga multas. Pensando nisso foram produzidas carteiras do aluno, ficando acordado que cada um tem um total de 30 pontos. Durante o ano letivo, a cada regra descumprida o aluno perderá um ponto e pagará uma multa no valor de R$5,00. Para isso cada um recortou o dinheirinho de brincadeira do encarte do livro de matemática.
Os alunos ganharam uma outra carteira para guardar seu documento e os dinheirinhos e, tem como responsabilidade trazê-los todos os dias para a escola. As regras descumpridas são registradas em um caderno próprio. Caso o aluno perca todos os pontos da sua carteira, ficou combinado que os responsáveis serão chamados a escola.
Uma das habilidades propostas para o 1º ano na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) no campo da matemática é: “Reconhecer e relacionar valores de moedas e cédulas do sistema monetário brasileiro para resolver situações simples do cotidiano do estudante”. Assim para ampliar o trabalho com o sistema monetário, mensalmente serão realizadas “feiras de usados” e os alunos utilizarão seu “dinheirinho” para comprar os brinquedos que os amigos não usam mais.
Dentro desta proposta também será trabalhado a habilidade  indicada para a turma  na BNCC de  “Resolver e elaborar problemas de adição e de subtração, envolvendo números de até dois algarismos, com os significados de juntar, acrescentar, separar e retirar, com suporte de imagens e ou/ materiais manipuláveis, utilizando estratégias e formas de registros pessoais.” 
Assim pretende-se dar significado no aprendizado da matemática, envolvendo o aluno em situações reais e incentivando-o a buscar soluções para seus problemas.
    Professora: Lais França Kniess Apolinario



Jogo Sabonete

 Os jogos nos permitem desenvolver nos alunos inúmeras habilidades, dentre elas a socialização, integração, respeito, cumprimento de regras, atenção e concentração. 
Um dos jogos realizado com os 1º anos do CEB Arthur Bruno Jandt e CEB Alberto balduíno Barchfeld no primeiro bimestre foi o sabonete e teve por objetivo: 
  • Associar a denominação do número a sua respectiva representação simbólica;
  • Identificar a posição de um objeto ou número numa série, explicitando a noção de sucessor e antecessor.

Jogam 4 alunos por vez. Distribui-se 10 cartas, em 2 linhas. Um aluno “compra” da mesa. Vê a carta que pegou. Se por exemplo, pegar o 6, vai contar da carta 1(A) até a carta 6. Tira a que estava virada para baixo e troca pela que comprou da mesa, no caso, a número 6. E assim, sucessivamente vai trocando as cartas que compra ou pega no “lixo”. Quem virar por primeiro as 10 cartas é o vencedor.

           Professora: Lais França Kniess Apolinario



JOGO AS DUAS MÃOS

A turma do 2º ano do CEB Arthur Bruno Jandt pôde aprender brincando.

Através do jogo As Duas Mãos os alunos tiveram a oportunidade de ampliar
progressivamente o campo numérico, investigando 
as regularidades do Sistema de Numeração Decimal.
O jogo tem o objetivo de identificar os dedos das duas mãos,
 como base de agrupamento 10, e assim explorar as caraterísticas do nosso sistema de
numeração: aditivo, posicional e decimal.
Ao jogar o dado, o aluno coloca sobre as mãos os palitos correspondentes a
quantidade retirada no dado, um palito em cada dedo. Ao conseguir 10 palitos,
ou seja, cobrir todos os dedos deve-se fazer um amarradinho com elástico e
assim formar uma dezena.

Professora: Neide Schweder





segunda-feira, 22 de abril de 2019

História contada “A Galinha Feliz”

CEI Gente Miúda
Turma da Nuvenzinha – BI
Professora: Rosmary
Baú das historinhas tem como objetivo estimular e despertar o interesse pela leitura, encantando e desenvolvendo a criança com o imaginário o mudo do faz de conta, as histórias estão presentes diariamente no CEI.
Demostrando interesse ao ouvir a historia lida, observando ilustrações e os movimentos de leitura do professor.






“ATRAVÉS DOS SENTIDOS, DESCOBRIMOS O MUNDO”

Turma do Coração - BV
Professora Janelize

O projeto socioemocinal possibilita trabalhar o autocontrole e os sentimentos, essa semana vivenciamos experiências voltadas ao objetivo de tranquiliza-los, acalma-los e de compreender emoções. Foi por meio deste que desenvolvi com as crianças da faixa etária de 2 anos e 5 meses a 3 anos um aromatizador de ambiente, onde elas puderam cheirar cravo, canela e fragrância de chocolate, depois de explorar o cheiro de cada objeto olfativo, cada criança fez o seu aromatizador, com ajuda da professora, resultado com êxito, aprenderam a manter a calma, esperar sua vez mantendo assim boa interação social com os colegas.

Leitura e Escrita


AEE/ Apoio Pedagógico
Professora: Monica Denzer

                                            
Objetivo da atividade foi envolver a leitura e a escrita e outras tarefas de classificação, orientação temporal e espacial, discriminação visual. Aprender a escrever com ortografia correta é um processo gradual que se inicia na alfabetização. Este livro, segundo volume da Coleção de atividades da autora (Simaia Sampaio), tem como finalidade promover um trabalho de reabilitação ortográfica, buscando estimular a rota lexical. Tendo assim um trabalho direcionado à aquisição da leitura e da escrita.






Conselho de classe

 tudo o que você precisa saber para organizar um bom encontro

Por Amanda Viegas
O diálogo e o alinhamento entre professores, coordenadores pedagógicos e diretores são fundamentais para que a escola consiga atingir suas metas e levar adiante o desafio de melhorar o desempenho e engajamento de todos os alunos, elevando os resultados da instituição de ensino como um todo.
conselho de classe é um dos momentos mais importantes no fomento dessa coesão entre os professores e a equipe pedagógica. No entanto, por falta de informação e organização, muitas escolas acabam não aproveitando tão bem essa oportunidade, limitando-se a discussões pouco produtivas ou mesmo gerando mais conflitos do que soluções.
Preparamos este artigo para auxiliar a escola no planejamento do conselho de classe. Confira!

1. O que é o conselho de classe

conselho de classe consiste em uma reunião realizada regularmente — a cada bimestre, trimestre ou semestre, por exemplo — entre os professores, os coordenadores pedagógicos e os diretores da escola.
Nele, são analisados diversos aspectos do desempenho dos alunos a fim de se deliberar a respeito de estratégias que poderão trazer melhorias no processo pedagógico.

2. Competências do conselho de classe

A lista exata de competências de um conselho dependerá, entre outros fatores, principalmente do momento de realização do encontro.
Conselhos reunidos em diferentes etapas do ano letivo deverão se preocupar com deliberações distintas, podendo ir desde uma discussão mais breve, focada em problemas pontuais, a cada bimestre, a debates mais longos, no final de um semestre, que visam a avaliar o desempenho de cada estudante de maneira mais individualizada e tomar decisões mais importantes.
De qualquer modo, tanto em um caso quanto no outro, pode-se dizer que compete ao conselho de classe:
  • Avaliar e analisar o aprendizado dos estudantes (seja um a um ou como um todo);
  • Examinar o desempenho dos docentes em relação a cada turma;
  • Determinar, sempre que possível, a eficácia das estratégias já empregadas;
  • Verificar a adequação de cada turma e disciplina à grade curricular proposta.

3. Objetivos do conselho de classe

Se o diagnóstico constante em diversos níveis é a maior competência do conselho de classe, isso não significa, contudo — e é essencial esclarecê-lo junto à equipe —, que o encontro seja uma espécie de “teste” para docentes e coordenadores pedagógicos, separando aqueles que obtiveram sucesso daqueles que falharam.
conselho não tem como objetivo penalizar quem tem tido dificuldade em alcançar seus objetivos. Contudo, ele visa a abrir espaço para que as causas de qualquer tipo de desafio sejam levantadas, analisadas da maneira mais imparcial possível e solucionadas com o apoio de todo o time.
Para garantir a sua eficiência, é importante manter a ideia de que o conselho é mais um grupo de apoio mútuo com o objetivo de fazer todos avançarem, dos funcionários aos alunos, passando pelos professores e coordenadores.
Diante disso, podemos dizer que entre os principais objetivos de um conselho de classe, independentemente de seu tamanho ou da época em que é convocado, estão:
  • Procurar entender as possíveis razões do mau desempenho de um aluno ou de uma turma, sem atribuir essa causa a um “culpado”;
  • Promover o trabalho em equipe não competitivo entre os docentes e coordenadores, estimulando a troca de ideias e o bom relacionamento entre todos;
  • Levantar possíveis soluções para problemas (relacionados a estudantes específicos ou a turmas inteiras), sem desconsiderar o contexto familiar e psicológico por trás de resultados negativos;
  • Fomentar a autoavaliação constante entre todos os profissionais;
  • Elaborar novas estratégias (ou aprimorar as já existentes) para atingir resultados melhores e/ou manter o bom desempenho geral no futuro.

4. A importância do conselho de classe

Muito além de representar um momento de discussão sobre alunos específicos, levantando problemas e, em última instância, tomando decisões a respeito da sua aprovação ou reprovação no final do ano, o conselho de classe serve para debater uma ampla variedade de temas que concernem o desempenho de toda a escola.
Confira a seguir alguns dos mais relevantes benefícios dessa reunião e entenda por que é importante realizá-la com cuidado e eficácia, de maneira regular:

Garantir a avaliação e melhoria constante

Em primeiro lugar, o conselho se funda na necessidade de se reunir todo o time para avaliar a situação e o desempenho da escola (como um todo, das turmas e disciplinas e individualmente), no intuito de diagnosticar e tratar problemas que estão impedindo seu progresso em todos os níveis.
Trata-se de uma oportunidade extremamente valiosa para entender os resultados da escola, reforçar a missão e os valores da instituição e alinhar a ação de todos os profissionais para cumprir com esses preceitos.
Sendo assim, o conselho serve para guiar o trabalho de toda a comunidade escolar, redirecionando-a para os objetivos da instituição sempre que ocorrer algum desvio natural.
Dessa maneira, a escola garante uma melhoria constante do relacionamento entre professores, alunos e equipe pedagógica, do desempenho de cada um deles e da aderência da instituição de ensino como um todo aos fins aos que ela mesma se propõe.

Promover a gestão democrática na escola

gestão democrática é um dos maiores desafios enfrentados pelos diretores de uma escola. Entretanto, além de muito importante para cumprir com as expectativas de toda a comunidade escolar, ela ainda configura uma exigência do Governo Federal a todas as instituições do país.
conselho de classe é um passo indispensável em direção a esse objetivo, já que permite a participação de professores e coordenadores pedagógicos em processos significativos de tomada de decisão na escola.
Além disso, o conselho pode se tornar ainda mais democrático ao considerar, ainda, a opinião dos alunos por meio da participação de representantes discentes ou do uso de pesquisas a serem preenchidos pelos estudantes.

Permitir a troca de ideias entre diferentes membros da equipe

Outra vantagem desse encontro é a possibilidade de lidar com as dificuldades sob diferentes perspectivas.
Por meio do diálogo e da troca de ideias, é possível reunir as vivências dos docentes e contrastá-las, esclarecendo quais estratégias e fatores têm levado a cada um desses resultados.
Como consequência, todos os presentes ampliam sua compreensão sobre o grupo ou estudante em questão, permitindo-lhes pensar em novas maneiras de lidarcom eles e fomentando soluções mais criativas para solucionar problemas específicos.

Trabalhar considerando o contexto extraescolar

Os professores e coordenadores nem sempre se lembram de que as dificuldades de alguns estudantes ou classes, principalmente em nível individual, podem estar mais relacionadas ao que acontece fora da escola do que dentro dela.
conselho escolar abre espaço, assim, para se abordar e levar em conta causas externas para o mau desempenho ou indisciplina desses alunos.
Dessa maneira, é possível cogitar soluções mais eficazes — já que serão considerados os relatos de diversos professores assim como o conhecimento dos coordenadores — e que beneficiam os estudantes de maneira mais global, no lugar de se estender conflitos locais pela falta de entendimento do contexto do aluno como um todo.

5. Dúvidas frequentes sobre o conselho de classe

Confira abaixo as perguntas mais recorrentes sobre esse conceito e entenda melhor como ele funciona:

O que pode e não pode ser determinado no conselho?

Como destacamos nos tópicos anteriores, o conselho de classe não é o lugar de avaliar a competência dos professores e dos coordenadores, apenas a eficácia das metodologias empregadas por eles, sem nenhum julgamento em relação ao trabalho realizado por cada um pessoalmente.
Sendo assim, o conselho não deve determinar nenhuma questão relativa à carreira dos profissionais, como promoções ou demissões.
Por outro lado, essa reunião entre professores, diretores e coordenadores é o momento ideal para deliberar em conjunto sobre como lidar com dificuldades apresentadas pelas turmas ou estudantes.
Isso quer dizer que decisões que envolvam suspensão, expulsão, reprovação ou aprovação condicional dos alunos devem ser tomadas ali, bem como a adoção de novas estratégias de ensino e de avaliação para grupos ou indivíduos especiais.
Para ter certeza daquilo que pode ou não ser determinado pelo conselhoo diretor da escola deve se amparar no próprio regimento escolar, que por sua vez respeita as diretrizes nacionais e locais que regem o funcionamento da escola.

Quem deve participar do conselho de classe?

Um conselho de classe eficiente e representativo deve contar, no mínimo, com a presença de todos os coordenadores pedagógicos, diretores e subdiretores, assim como a maioria dos professores — com concessões para ausências justificadas, claro.
Além desses, o conselho também pode se beneficiar da participação de representantes dos alunos, dos pais e responsáveis e, eventualmente, da comunidade escolar.

Com que frequência o conselho de classe deve se reunir?

Idealmente, os encontros do conselho devem seguir o próprio calendário da escola, de acordo com sua divisão do ano letivo em etapas. Assim, nas escolas com avaliações trimestrais, essa pode ser a frequência de reunião do conselho de classe, enquanto naquelas com exames finais bimestrais, pequenos encontros a cada dois meses podem fazer mais sentido.
Também é indicado, ao definir as datas dos conselhos a cada ano, tentar conciliar a disponibilidade dos professores e coordenadores com a necessidade de se discutir o desempenho de alunos e docentes para elaboração de estratégias mais eficazes. Dessa forma, é possível manter a pertinência dos encontros, sem sobrecarregar os profissionais.
Segundo essa lógica, podem-se dividir as reuniões de conselho de classe em dois tipos:
  • As reuniões bimestrais ou trimestrais, de menor duração, cujo objetivo é monitorar os resultados, levantando dificuldades e avaliando o andamento de estratégias já aplicadas;
  • As reuniões semestrais, nas quais são analisados os dados levantados nos outros encontros a fim de se tomar decisões mais efetivas, abordando todos os obstáculos observados.
Nos encontros mais frequentes, portanto, o foco são problemas mais urgentes e soluções de curto prazo (como casos específicos de estudantes com baixo desempenho, de turmas indisciplinadas ou mesmo ocorrências de bullying), enquanto nas reuniões mais pontuais, no lugar de destacar apenas as dificuldades mais insistentes, discutem-se todos os problemas levantados, refletindo acerca de soluções globais para toda a instituição.

Qual a diferença entre conselho de classe e conselho escolar?

conselho de classe é composto essencialmente por membros da própria escola. Ainda assim, membros da comunidade escolar podem participar como convidados, sem poder decisório, ainda que estejam ali para enriquecer a discussão.
Do conselho escolar, em contrapartida, fazem parte majoritariamente grupos externos ao corpo docente e à gestão, como representantes dos pais e alunos, além de outros membros da comunidade da qual a instituição faz parte.
Nesse caso, o poder decisório dos grupos externos está relacionado principalmente a questões como o uso de recursos pela escola, a comunicação com os pais, o relacionamento entre alunos e professores e outros assuntos extracurriculares. Logo, eles não têm poder sobre a admissão ou demissão de funcionários e docentes nem responsabilidade sobre o programa de ensino.

6. Dicas práticas para organizar um conselho de classe eficiente

Separamos algumas dicas para que o conselho de classe seja um encontro produtivo, na prática. Acompanhe:

Utilize dados para facilitar as avaliações

Sobretudo nas escolas de maior porte, com um grande número de turmas e alunos, nem sempre é fácil visualizar uma tendência global quando se trabalha apenas com dificuldades individuais ou com ocorrências aparentemente pontuais.
Quando o desempenho dos estudantes passa a fazer parte de um sistema de dados, no entanto, é possível analisar seu desenvolvimento de diversas maneiras. Dessa forma, a identificação de problemas que afetam toda a escola, uma turma em particular ou mesmo apenas um único aluno é facilitada.
Afinal, os dados, sobretudo quando aliados a ferramentas tecnológicas que facilitam sua interpretação, revelam diversas informações a respeito do aprendizado dos estudantes, possibilitando inclusive a comparação com outros grupos ou o acompanhamento ao longo do tempo.

Use casos de sucesso para motivar a equipe

Um dos maiores riscos de se reunir professores e coordenadores para debater sobre as dificuldades de aprendizagem dos alunos é deixar que a reunião se torne desmotivante.
Para evitar o desânimo, é importante levar em consideração tanto os pontos negativos quanto positivos dos casos apresentados. Dessa maneira, é importante  entender o que tem trazido bons resultados e ressaltar os exemplos de sucesso.
Revisitar a história de estudantes que conseguiram superar suas dificuldades e compartilhar o progresso dos alunos são excelentes maneiras de aumentar as perspectivas dos professores, dando-lhes mais motivação e esperança, assim como trazer possíveis modelos a serem seguidos no futuro.

7. Passo a passo: como conduzir um conselho de classe

Reúna e simplifique os dados levantados ao longo da etapa

Antes de tudo, será preciso reunir as informações coletadas nos últimos meses, seja na forma de relatórios, dados ou formulários.
Essa tarefa pode ser realizada pelos coordenadores ou pelo diretor, que também deverá destacar as informações mais importantes, transformando-as, sempre que for relevante, em gráficos, sinopses, conclusões e outras formas de se condensar o resultado em questão.

Defina as principais pautas a serem discutidas

A partir da simplificação dos dados, o diretor poderá formular uma lista com as pautas mais importantes e os assuntos que devem ser debatidos durante o conselho de classe.
Alguns exemplos são:
Para cada um desses tópicos, podem-se discutir, por exemplo, os pontos mais importantes, as possíveis soluções e melhorias e o papel de cada profissional nessas novas estratégias.

Prepare os participantes antes do encontro

O próximo passo consiste em compartilhar as pautas e as principais informações que serão consideradas no encontro com os participantes, a fim de que eles já possam começar a refletir sobre as questões que serão tratadas.

Mantenha o foco durante as discussões

No dia do conselho, é interessante contar com um profissional dedicado a manter a conversa centrada nas pautas listadas anteriormente. Dessa forma, evita-se estender a reunião demasiadamente e diminui-se o risco de que algum problema importante acabe não sendo abordado pela falta de tempo.

Dê voz a todos os presentes

Durante o conselho, para manter a gestão democrática, é importante que todos os participantes tenham oportunidades iguais de se manifestar. Sendo assim, pode-se estabelecer um limite de tempo para a fala de cada um e pedir a quem estiver dirigindo a discussão que vá anotando o nome de todos os que quiserem contribuir.

Resuma as deliberações tomadas e repasse-as

Após a realização do conselho de classe, é importante registrar de maneira resumida o que foi discutido e decidido na reunião. Essas informações devem ser repassadas tanto para os participantes, quanto para os membros do corpo docente que não estavam presentes.
Essas informações serão úteis para lembrar os profissionais, ao longo da próxima etapa, das novas estratégias que deverão ser adotadas por eles. Além disso, elas ajudarão a construir uma visão de longo prazo sobre os assuntos abordados, servindo de fonte de consulta sempre que necessário.

Conclusão

Quando bem planejado e executado, o conselho de classe se torna uma ferramenta extremamente valiosa no aprimoramento constante dos resultados e da própria gestão da escola.
A gestão escolar, em especial o diretor, é responsável por vários setores da instituição. São diversas as responsabilidades e os desafios da rotina escolar que devem ser considerados para que a escola funcione adequadamente e alcance seus objetivos.

Aquisição de livros de história infantil para os CEIs do Município de Trombudo Central. Os professores do CEI Gente Miúda e seus pequenos, p...