terça-feira, 27 de agosto de 2019

Informativo sobre Homenagem e Desfile de Sete de Setembro /2019



Informativo sobre Homenagem e Desfile de Sete de Setembro /2019
No dia 07 de setembro comemoraremos a independência do Brasil com a homenagem cívica na sequência o desfile.
A Homenagem terá início ás 9h, solicitamos que todos os pelotões estejam posicionados com dez minutos de antecedência. Encaminharemos o anexo do posicionamento.
O transporte fará as mesmas rotas de todos os dias, porém quarenta minutos mais tarde. Levará os alunos do ensino fundamental   nos Centros de Educação   para lanchar e depois trará para o centro.  Devem chegar aqui às 8h e 45 min. para dar tempo de compor os pelotões em frente à Prefeitura.
O lanche do Ensino Fundamental será bolacha e Nescau e deve ser servido pelas merendeiras.
As crianças da Educação Infantil devem vir com suas famílias diretamente para o centro com os seus pais e se encontrarem com os professores.
Depois da homenagem deslocamos para o viaduto, iniciaremos o desfile em baixo do viaduto, sendo que a fila será   formada conforme a ordem pré-estabelecida.
                Será demarcado 03   filas no chão pelas quais os alunos deverão desfilar. O sentido do desfile vem do viaduto até Agropecuária Goedert. Os alunos não devem voltar pelo meio do desfile antes que finalize, os que participarem de dois pelotões devem voltar pelas laterais ao lado da faixa de isolamento.
            A educação Infantil e os pais que estiverem presentes devem seguir o mesmo trajeto do ensino fundamental.
O desfile finaliza na igreja católica, os ônibus estarão no estacionamento da prefeitura, depois da última apresentação da fanfarra vão levar os alunos que dependem de transporte para casa.
Aguardo um breve histórico de cada uma das unidades (até o dia 04/09) para que possamos ler no momento que o pelotão desfilar, dados da unidade e se tiver algo alegórico, descrever para que o público seja informado.
Relembrando que é um dia letivo e   todos os professores e gestores devem participar do desfile. As merendeiras servem o lanche e são convidadas a participar do desfile juntamente com as auxiliares e estagiárias.
Qualquer dúvida estou à disposição   para esclarecer, aguardamos vocês com seus pelotões para fazermos um grande evento da Independência despertando o civismo em nossas crianças e adolescentes.

Atenciosamente
Trombudo Central, 27 de agosto de 2019



sexta-feira, 2 de agosto de 2019

APRENDENDO A CUIDAR

No retorno do recesso escolar os alunos do Apoio Pedagógico e a professora plantaram flores na entrada da biblioteca pública municipal "Cruz e Souza". 
Tal atividade faz parte do Projeto Socioemocional, que também tem por objetivo o cuidar das pessoas, do ambiente e da natureza promovendo a sustentabilidade, a responsabilidade, a harmonia e a beleza do nosso dia a dia. 




Professora Raquel Ferreira Feldmann
Apoio Pedagógico 





quinta-feira, 18 de julho de 2019

Corpo, gestos e movimentos


Centro de Educação Infantil Pinguinho de Gente

Turma: Berçário

Professora: Marinês Steuck


Campo de experiências: Corpo, gestos e movimentos


Como se apresenta na Base Nacional Comum Curricular, (2018, p. 41) "com o corpo as crianças, desde cedo, exploram o mundo, o espaço e os objetos do seu entorno, estabelecem relações, expressam-se, brincam e produzem conhecimentos sobre si, sobre o outro, sobre o universo social e cultural,  tornando-se, progressivamente, conscientes dessa corporeidade."


A brincadeira de passar a bola possibilita a aprendizagem da orientação espacial,
 como em frente, atrás, no alto e embaixo. 



segunda-feira, 8 de julho de 2019

Informativo sobre Recesso para os profissionais de Educação




Professores Ensino Fundamental e AEE:
Anos Iniciais e AEE:
15 e 16 formações em Rio do Sul.
Saída do transporte ás 7h 20 min em frente à prefeitura
Almoço e lanche por conta da Prefeitura.
Bater o ponto antes de ir e no retorno.

Dia 17/07 conselhos de classe no ensino fundamental
Dias 18 e 19 – reunião administrativa, organização dos espaços, planejamentos, avaliações e demais atividades administrativas.

Anos Finais   e específicas dos anos iniciais:

Dia 17/07 conselhos de classe no ensino fundamental
Dias 15, 16, 18 e 19 –estudo, reunião administrativa, organização dos espaços, planejamentos, avaliações e demais atividades administrativas.

Para todos:
Recesso 22 a 26 de julho
Retorno de Atividades com alunos 29/07


Professores  Educação Infanti:
15 e 16 formações em Rio do Sul.
Saída do transporte ás 7h 20 min em frente a prefeitura
Almoço e lanche por conta da Prefeitura.
Bater o ponto antes de ir e no retorno.

Dias 17, 18 e 19 trabalhos com as crianças

De 23 a 26 regime de plantão nos CEIS Integrais.
Recesso 22 a 26 de julho
Retorno de Atividades com crianças 29/07



Merendeiras:
 

Formação dia 24/07/19
No Clube do Idoso ás 14h- Todas as merendeiras do Alto Vale

25/07/19- 13h 30 CEB Arthur Bruno Jandt – Tema compostagem.

Gestoras:
Acompanhar as professoras na formação em Rio do Sul dias 15 e 16.
Gestora Marcia ficará no Centro de Educação com os anos finais e específicas.


Motoristas:
Não haverá atividades com transporte escolar   de 15/07 a 26/07


Estagiários:
Atividades no regime de plantão nas duas creches. Locais a confirmar.


Observações importantes

·        Na semana de   15 a 19 de julho não teremos hora atividade nem na unidade e nem extraclasse para Educação Infantil e para Ensino Fundamental
·        Não haverá transporte para educação Infantil nos dias 17, 18 e 19 de julho.
·        Recesso para professores da Educação Infantil e ensino fundamental de 22 a 26 de julho.
·        Retorno de Atividades com crianças e  alunos 29/07
Qualquer dúvida estamos à disposição.











Trombudo Central, 08 de julho de 2019



quinta-feira, 4 de julho de 2019

Normativa de Saídas a Campo


 

Normativa nº 02


Secretaria de Educação e Esporte de Trombudo Central
Regulamenta as Saídas a campo. 



Lugar de aprender não é apenas no Centro de Educação e no Centro de Educação Infantil. A Base Nacional Comum e a proposta Curricular de Trombudo Central destacam a importância de alunos e crianças conhecerem e valorizarem as características fundamentais do ambiente nas dimensões sociais, materiais e culturais e de se perceberem integrantes e agentes transformadores do espaço. 


As saídas pedagógicas - diferentemente de passeios e excursões - fazem parte do conteúdo curricular e não podem deixar ninguém de fora, exceto aos que os pais não autorizarem formalmente. Para programar os trabalhos de campo através das saídas pedagógicas, o primeiro passo é constar no Projeto Político da Unidade, socializado em assembleia com a comunidade escolar, constar no planejamento do professor com os objetivos claros e com roteiros adequados ao currículo e a faixa etária atendida. 

Diante desta organização institucional, as saídas pedagógicas devem ser planejadas e mobilizadas pelo professor para que as crianças e alunos tenham um roteiro e saibam o que estarão observando e analisando. No retorno a unidade ou no dia subsequente é necessário promover atividades de sistematização sobre a viagem, onde os alunos e crianças possam se expressar individual ou coletivamente, com textos, cartazes, desenhos e demais formas onde seja possível perceber se os objetivos foram atingidos e se houve aprimoramento na construção de conceitos e conhecimento.

Havendo necessidade e disponibilidade o transporte será autorizado pela Secretaria de Educação e deve ser solicitado em ficha própria com três dias de antecedência. É possível também organizar ações que dispensem grandes deslocamentos, nos arredores da instituição, nos parques e até em propriedades vizinhas. 

Todas esta ações, saídas a campo, passeios, excursões, utilizando transporte ou não, são importantes para construção do conhecimento, socialização, valorização do contexto local e global e precisam ser autorizadas formalmente pelas famílias em bilhete próprio, colado na agenda e com a assinatura dos responsáveis. Objetivamos que sejam oferecidas experiências lúdicas, prazerosa, interativas e reais de aprendizagem para nossos alunos e crianças.
 

Trombudo Central, 26 de setembro de 2017
 

domingo, 9 de junho de 2019

‘Nossos alunos precisam saber criar conhecimento’

Inovações em Educação
Para a filósofa Viviane Mosé, a escola contemporânea precisa saber ensinar o aluno do século 21 a aprender a aprender
por Davi Lira ilustração relógio 9 de setembro de 2013

A cada dia que passa, as pessoas estão cada vez mais conectadas. Imersos numa cultura de rede, os alunos deste novo século têm diante de si uma infinidade de informações, tudo a um simples clique. Uma realidade bem diferente daquela que o seu professor teve no passado. Lidar com uma estudante digital é um dos principais desafios da nossa escola, ainda vivenciando numa lógica tradicional e desconectada desse novo contexto de conexão em rede. Esse é um dos principais aspectos que, segundo a filósofa e professora universitária Viviane Mosé, faz com que as nossas instituições de ensino se distanciem de um modelo contemporâneo de escola.
Com o livro A Escola e os Desafios Contemporâneos recém finalizado, Viviane é uma das participantes convidadas para o 2º Congresso Educação: agenda de todos, prioridade nacional, organizado pela ONG Todos Pela Educação, que será realizado nos dias 10 e 11 de setembro em Brasília. A filósofa vai compor uma sessão de debates focada nos desafios das escolas que ainda não estão conectadas à contemporaneidade e de que maneira a sociedade civil pode contribuir nessa questão. Todo o evento poderá ser acompanhado por transmissão on-line.
Crítica de uma educação de massa, que despreza a individualidade de cada estudante, Viviane afirma que para melhorar a qualidade do ensino, é preciso criar uma “nova escola” . “A nossa educação é ruim em todos os níveis, inclusive o universitário, que ainda forma os professores para o século 20. Mesmo que a educação básica pública venha melhorando a cada ano em relação à escola privada. Precisamos mudar profundamente nosso sistema de ensino. Mas trata-se de uma mudança mais profunda, uma mudança conceitual. Temos que ensinar os nossos alunos a aprender a criar conhecimento. E trabalharmos dentro de uma lógica de rede, conectando os saberes de forma multidisciplinar.”
Para melhor entender as ideias de melhoria do sistema de educação do país e o conceito de escola contemporânea proposto pela filósofa Viviane Mosé , confira a seguir a entrevista:
A senhora defende a ideia de que nossas escolas poderiam ser melhores se elas fossem mais contemporâneas. Esse é um dos grande desafios de hoje?Sim. Para termos uma educação contemporânea é preciso sabermos ler a sociedade atual que nos rodeia. Hoje, no nosso país, temos mais de um celular por habitante. Somos umas das nações que mais utiliza os telefones celulares. E com a revolução tecnológica, é possível ter acesso por meio dele a, praticamente, tudo sobre história, atualidades, ciência, filosofia. Sendo assim, por que os alunos ainda precisam decorar as margens dos afluentes do Amazonas e a tabela periódica? Pelo seu próprio celular ele sabe que a qualquer momento ele pode conferir essas informações na palma da mão. Os alunos precisam é ser instruídos a selecionarem e filtrarem os conteúdos que já estão disponíveis na internet.  As escolas precisam se dar conta desse contexto e trabalhar dentro de uma lógica de atividades que foquem nos interesses dos alunos, mas claro, sempre considerando os parâmetros curriculares.
O foco, então, seriam os interesses dos alunos?Exatamente. Os nossos alunos precisam aprender a aprender. Escolas contemporâneas estão mais preocupadas com a aprendizagem do que com o ensino. Hoje, a educação é centrada na figura do professor e não no aluno. Temos que buscar estimular nas nossas crianças a capacidade de reflexão, de argumentação e criticidade.  E oferecê-las, dentro das diversas possibilidades, caminhos para que elas encontrem seus principais interesses. É possível incorporarmos essas ideias dentro das nossas escolas.
Para tanto, os nossos professores precisariam ter uma nova postura em sala, não?O professor precisa deixar de ser aquele que detém o conteúdo. Quem detém é a internet, as redes sociais. Se ele continuar se colocar como o centro irradiador de conteúdo ele vai sofrer muito. Conheço muitos bons professores brasileiros que querem, mas não conseguem acompanhar a quantidade de informações que são produzidas e disseminadas diariamente por meio das tecnologias de informação. Ele não pode se colocar como alguém que sabe tudo. Hoje, é bem frequente termos alunos que sabem mais que os professores. São alunos que tem acesso a outras informações pela internet. Os professores contemporâneos precisam se colocar como gestores de sala de aula. Funcionando como técnicos, guias dos alunos. Orientando de forma multidisciplinar os estudantes. Ele não precisa saber de tudo, mas precisa ser alguém antenado.
Para que essa postura seja estabelecida, é preciso, então, uma ampla reconfiguração do nosso modelo de escola…A escola é um dos lugares que mais desrespeita o ser humano. Os professores não são respeitados pela direção. A direção não é respeitada pelas secretarias de educação. E os alunos são desrespeitados pelos professores e pela escola. Não temos escolas corajosas para enfrentar esse contexto atual. A realidade das crianças não são temas frequentes de aula. A escola tem que ser um espaço democrático onde alunos, professores e comunidade discutam os rumos da unidade. Quem deve fazer a gestão da escola é o bairro. O nosso sistema de educação tradicional atual acaba transformando nossos alunos em seres repetidores e não em indivíduos que produzem pensamentos particulares, que são conteúdos mais valorizados e mais úteis à sociedade.
E como se desvencilhar desse modelo tradicional?Temos que ter uma escola onde todos os estudantes tenham o direito de ir além. Nosso povo é extremamente criativo, as crianças precisam saber que podem criar dentro e fora da escola. Precisamos, também, ser contra a ideia de que o aluno não pode se impor diante do professor. O estudante deve ter voz dentro da sala de aula e a sua singularidade deve ser plenamente respeitada. Além disso, as crianças precisam aprender nas escolas a fazer a gestão da própria vida. A escola tem que trabalhar mais a questão da autonomia e responsabilidade, sempre de uma forma mais individualizada.
Não é uma tarefa fácil estabelecer esse relacionamento…Dá mais trabalho apostar nessa ideia de educação mais individualizada, mas se for preciso 20 anos para termos esse cenário, que gastemos todos esses anos para isso. O fato é que é ridiculamente fácil esse tipo de ação. Basta implantar um modelo de tutoria. No Brasil, temos, em média, 12 alunos por professor da educação básica. No regime de tutoria, os docentes poderiam ganhar um rendimento extra em troca do acompanhamento da vida de alunos. Bastaria uma reunião mensal de 15 minutos. Nesse momento, a conversa teria como foco os problemas na escola e familiares enfrentados pelos estudantes. Tudo poderia ser registrado numa ficha on-line de acompanhamento da vida escolar do aluno. Dessa forma, os professores encarariam os alunos além de números e se tornariam mais humanos. Em troca, ainda sairiam com um porcentual de aumento salarial pelas tutorias realizadas. Muitos países já trabalham com essa lógica de uma educação um a um.
Além dessa aproximação nas relações humanas entre professor e aluno, a senhora também defende que a escola precisa “ir” mais à cidade. O que isso significa?A escola precisa se apropriar da cidade. Professores e alunos devem sair mais juntos das escolas. Todos vão gostar mais de sair. Atualmente, estou participando do desenvolvimento do projeto no Espírito Santo que talvez chame Itinerário Educativo. Com apoio da iniciativa privada e adesão da secretaria de educação de Vitória, pretendemos criar itinerários pedagógicos que mesclem circuitos culturais, ambientais e produtivos. Mas o circuito não é passeio, é dar aula, discutir, pensar o ambiente. Ao invés de dar aula sobre peso na sala, a ideia seria que essa aula se desse numa padaria. O dono do estabelecimento que aderisse ao projeto receberia então as crianças com o respectivo professor para explica o assunto utilizando instrumentos reais, e sempre trabalhando com situações cotidianas. Assim, o aluno aprende mais rápido a matemática, por exemplo, e a cidade ficaria mais humanizada. Em troca, o comerciante ganharia redução de tributos junto à prefeitura.
Trata-se de mais uma evidência que o conhecimento aprendido por meio da prática vem ganhando mais espaço nas discussões atuais de educação?Nós temos uma tradição de darmos mais espaço à abstração e de sermos distante da vida prática. Isso tudo, por medo mesmo da interferência social. Isso remonta o período do regime militar. Na escola, os professores não poderiam falar de política, atualidades nem trabalhar com jornais. A consequência disso é que temos gerações que não sabem pensar. A tradição proibiu o professor de pensar. E essa lógica ainda está presente entre nós, basta ver a forma que foi estruturada a nossa educação, com grades curriculares pouco flexíveis, provas, e uma postura de comportamento focado na disciplina. Isso tudo deve ser imediatamente revisto. Na prática, o aluno aprende mais facilmente.
E como essa reviravolta na educação do país que a senhora propõe deverá ser efetivada?Tudo isso que falei já é uma realidade em várias escolas públicas brasileiras. São casos reais que representam excepcionais casos de inovação. O que tem que ser feito no país, agora, é valorizar as boas práticas. E essas boas práticas devem ser alastradas como se fossem vírus. Mas toda a mudança depende de vontade política e também de consciência de todos. A mudança não deve começar do zero nem deve ocorrer da noite para o dia. Deve ser uma mudança cotidiana. Assim, a cada dia um novo cenário vai desenhando um novo cotidiano.

Aquisição de livros de história infantil para os CEIs do Município de Trombudo Central. Os professores do CEI Gente Miúda e seus pequenos, p...