segunda-feira, 10 de agosto de 2015

DESENVOLVIMENTO INFANTO JUVENIL



A pedagoga Raquel Ferreira Feldmann do Apoio Pedagógico está participando do curso de aperfeiçoamento DESENVOLVIMENTO INFANTO JUVENIL, pela UNIVITA de Blumenau.
No encontro do dia 08 de agosto aconteceram duas palestras: uma com a Dra. Elza Sperb, psiquiatra infantil sobre: “ Transtornos psiquiátricos na infância e adolescência” e com Roberta Alexandra Ulrich, psicóloga sobre: “A prática clínica de terapia cognitiva com as crianças e adolescentes”.


“A criança precisa de reforço positivo, de afeto e vínculos verdadeiros” Dra. Elza Sperb

PROJETO GINCANA NA ESCOLA, CEB Erica Hasse



CENTRO DE EDUCAÇÃO BÁSICA ERICA HASSE
Diretora: Monica Denzer

APRESENTAÇÃO DO PROJETO GINCANA NA ESCOLA
A elaboração desta proposta de trabalho visa uma maior integração entre as diversas disciplinas nos diferentes níveis de ensino fundamental do 6ºano ao 9ºano, bem como resgatar valores de responsabilidade, companheirismo, cooperação, visando construir aprendizagens que contemplem os quatro pilares da educação: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser.
JUSTIFICATIVA:
Baseada em uma educação escolar, focada nos pressupostos de que o aluno é o protagonista das ações, as quais proporcionam a construção do conhecimento propor atividades diferenciadas, para que haja troca de experiências e socialização entre alunos, professores e famílias, promovendo assim um ambiente de respeito, cooperação, consideração e aprendizagem.
O desenvolvimento da Gincana Estudantil, além de instigar o bom relacionamento, estará também motivando os alunos a uma participação mais ativa das atividades escolares.
Ao analisar o quadro atual, percebemos que há um desinteresse, ou até mesmo, uma falta de objetivos por parte de nossos alunos. Com isso, é importante resgatar a autoestima, a identidade e a percepção do "EU" enquanto ser participante de uma sociedade que a cada momento sofre transformação e com isso necessita de estar preparado para viver de tal forma a questionar, refletir, desenvolvendo ações que justifiquem a existência enquanto cidadão.
Desta forma ratificamos a importância de uma gincana interdisciplinar, onde o eixo central é a percepção da importância dos valores morais e éticos. Com isso, se faz necessário o envolvimento dos alunos, professores e familiares, priorizando os pontos fundamentais para que os objetivos sejam alcançados.
OBJETIVO GERAL
Propor aos alunos desafios que levem a perceber situações problemas que através do raciocínio, das atitudes e da reação, possam estabelecer relações de sabedoria, respeito, amor e paz.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS

* Perceber a importância do bom relacionamento e do respeito às diferenças individuais;
* Demonstrar as condições ensino aprendizagem que os mesmos estão envolvidos, possibilitando avaliar as ações educativas;
* Promover momento de interação e socialização no ambiente escolar e familiar;
* Promover atividades diferenciadas que levem os alunos a protagonizar momentos de aprendizagem em sala;
* Oferecer momento, espaço e atividades recreativas que levem ao alcance das expectativas quanto a diversão, percebendo a escola como um ambiente legal e alegre.

METODOLOGIA
Incentivar a participação, condicionando espaço e atividades para todos mostrarem o potencial. Instigar e problematizar os conceitos e valores a serem trabalhados, condicionando ação e reação diferenciadas, as quais deverão ser mediadas pelos professores, em busca da percepção dos pontos positivos e negativos. Apresentando assim todas as atividades baseando-se no concreto, onde as experiências e demonstrações farão parte dos resultados avaliados.

PÚBLICO ALVO
Alunos do 6º ano ao 9º ano das séries finais do Centro de Educação Básica Erica Hasse situado na BR 470KM 162, Bracatinga I  no município   de Trombudo Central – SC.
AVALIAÇÃO
A avaliação constituirá num processo de feedback, analisando a participação, desenvolvimento, comportamento, trabalho em equipe, ao longo das atividades, observando possíveis mudanças de atitudes dos envolvidos, a fim de atingir os objetivos propostos.
DISCIPLINAS ENVOLVIDAS:
Português, Matemática, Historia,Geografia, Inglês, Artes, Educação Física, Ciências e Ensino Religioso.
Referencias Bibliográficas
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários para a Prática Educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
MULLER, José Luis. Disciplina Indisciplina: Nenhum Cotidiano Escolar 2011.
PARO, Vitor Henrique. Qualidade de ensino: A contribuição dos pais. São Paulo: Xamã 2000
PARRAT-DAYAN, Silvia. Como enfrentar a indisciplina na escola. São Paulo: contexto, 2008.
VASCONCELOS , Celso dos Santos. Os desafios da indisciplina em sala de aula e na escola.








sexta-feira, 7 de agosto de 2015

PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL:




 a complexidade da profissão em seu movimento na vida cotidiana



Destaco e tenho procurado mostrar a complexidade que a profissão professor(a) de educação infantil está encharcada, a mesma se mostra muito diferente de outros campos profissionais, isto em relação as suas especificidades em seu movimento na vida cotidiana.

Se tomarmos, por exemplo, a profissão de um médico, este atende o paciente individualmente no consultório, ou quando não, anestesiado, pode ficar horas em uma cirurgia sem interagir com o paciente. O advogado faz sua defesa no tribunal com o réu ou a vitima em silêncio, realizando a defesa ou a acusação por ela, o cliente está presente, porém tem pouca ou quase nenhuma participação.

O professor recebe e atende todas as crianças juntos, 15, 20 ou 25 ao mesmo tempo, em diferentes movimentos por 8, 10 ou 12 horas diárias. As crianças se apresentam por inteiro, um movimento que revela todas as dimensões humanas afloradas no dia a dia. O professor precisa interagir com todas ao mesmo tempo, ouvindo-as, conversando com elas, explicando diversas vezes a mesma coisa.

Vimos no dia a dia um movimento sem fim, na sala de referência, pátio ou parque. Não estou colocando uma ou outra profissão, como melhor ou pior, mas querendo mostrar o quanto é complexa a profissão docente no seu fazer-fazendo cotidiano. Isto especialmente pelo motivo de que, cada criança tem uma vida fora da instituição e um dos elementos que mais conta no sucesso da ação educacional-pedagógica é a possibilidade de compartilhar a experiência que cada uma traz e, expressa em suas interações, que são intensas e extensas.

Altino José Martins Filho (trecho da palestra "Minúcias da Docência)




Altino José Martins Filho

Artigo publicado na Folha de São Paulo,

 Caderno Opinião, 05 de agosto de 2015

RENATO JANINE RIBEIRO, LUIZ CLÁUDIO COSTA E BINHO MARQUES
A agenda urgente do Brasil
O MEC tem convicção de que a sociedade brasileira exige e merece uma cooperação federativa mais orgânica e efetiva para a educação
O Plano Nacional de Educação (PNE), amplamente debatido pela sociedade, aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pela presidenta da República, determina a instituição do Sistema Nacional de Educação (SNE). O PNE determinou a instituição desse sistema justamente para articular e dar coerência à educação em nosso país.
Apesar dos avanços nas últimas décadas, ainda há muito que fazer. Descontinuidade, fragmentação e descompasso entre as esferas de governo, além de, principalmente, ausência de referenciais nacionais de qualidade capazes de orientar a ação supletiva da União são visíveis, especialmente na educação básica.
Alimentados pelos princípios ainda atuais do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, de 1932, cujas linhas defendem uma educação de qualidade pública, gratuita e laica, chegamos aos dias de hoje premidos pela certeza de que a sociedade brasileira exige e merece uma cooperação federativa mais orgânica e efetiva para a educação.
Trata-se tanto da busca de uma organização pedagógica como de uma legítima disputa de modelos de gestão. Há um temor de invasão indébita na autonomia dos entes federativos, o receio de se ferir a liberdade de ensino e as conhecidas dificuldades para melhorar o financiamento. Além disso, há o risco de disputas políticas menores contaminarem a boa política, do confronto de ideias e ideais.
Apesar dos entraves, não podemos adiar mais uma vez essa tarefa, que se traduz em quatro iniciativas. A inclusão de um capítulo sobre o sistema na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) é a primeira.
Esse capítulo deve explicitar os referenciais de qualidade de um projeto nacional para a educação: uma base nacional comum orientando a formação docente e os processos de avaliação de aprendizagem, as condições indispensáveis para o funcionamento das unidades educacionais, a valorização profissional, a avaliação institucional e a gestão democrática.
Para garantir tais referenciais, a segunda iniciativa é a definição de normas de cooperação para dirigir as competências comuns dos governos na oferta educacional. Normas que estabeleçam não somente quem faz o quê, mas com quem, em que condições, com quais regras e com quais responsáveis pelas decisões.
Aperfeiçoar as regras de financiamento é a terceira iniciativa, compatibilizando a capacidade de arrecadação de cada ente com a ação supletiva para viabilizar as responsabilidades assumidas.
Considerando que uma reforma tributária vai exigir muito mais tempo do que pode esperar a educação, acordos federativos em torno do SNE pavimentam um caminho viável, especialmente com o fim do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica), em 2020. O novo modelo deverá ser perene, promover maior equidade, vincular-se aos referenciais de qualidade da LDB e promover equilíbrio entre programas para não cristalizar desigualdades.
Essas três iniciativas devem resultar na descentralização qualificada, marca de um sistema nacional cuja missão é a oferta educacional com qualidade e equidade, identidade nacional e local.
Por essa razão, a quarta e última iniciativa é a adequação das leis que definem a atuação, em colaboração, dos sistemas federal, distrital, estaduais e municipais, com base nas regras nacionais aprovadas.
O federalismo educacional brasileiro é rico e original. O Sistema Nacional de Educação deve simplificar e articular o funcionamento das esferas de governo, com regras claras, ágeis e flexíveis ao longo do tempo, condição para a qualidade.
Em um país federativo como o nosso, política nacional se constrói com acordo, pactos e compromissos comuns. Esse é o caminho escolhido pelo Ministério da Educação.
RENATO JANINE RIBEIRO, 65, professor titular de ética e filosofia política da USP, é ministro da Educação
LUIZ CLÁUDIO COSTA, 57, é secretário-executivo do MEC - Ministério da Educação
BINHO MARQUES, 52, é secretário de Articulação com os Sistemas de Ensino do MEC

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL


Brincar faz parte da vida de todo ser humano. Quem quando criança não passou horas e horas pulando corda, jogando bola, brincando de bate-manteiga ou de cabra-cega, passa-anel, casinha de boneca, entre outras divertidas brincadeiras. Na infância a brincadeira tem papel muito importante e significativo. Conforme muitos autores ,

¨Brincar é uma importante forma de comunicação, é por meio deste ato que a criança pode reproduzir o seu cotidiano. O ato de brincar possibilita o processo de aprendizagem da criança, pois facilita a construção da reflexão, da autonomia e da criatividade, Para definir a brincadeira infantil, ressaltamos a importância do brincar para o desenvolvimento integral do ser humano nos aspectos físico, social, cultural, afetivo, emocional e cognitivo. Para tanto, se faz necessário conscientizar os pais, educadores e sociedade em geral sobre à ludicidade que deve estar sendo vivenciada na infância, ou seja, de que o brincar faz parte de uma aprendizagem prazerosa não sendo somente lazer, mas sim, um ato de aprendizagem. Neste contexto, o brincar na educação infantil proporciona a criança estabelecer regras constituídas por si e em grupo, contribuindo na integração do indivíduo na sociedade. Deste modo, à criança estará resolvendo conflitos e hipóteses de conhecimento e, ao mesmo tempo, desenvolvendo a capacidade de compreender pontos de vista diferentes, de fazer-se entender e de demonstrar sua opinião em relação aos outros. É importante perceber e incentivar a capacidade criadora das crianças, pois esta se constitui numa das formas de relacionamento e recriação do mundo, na perspectiva da lógica infantil. (http://monografias.brasilescola.com/educacao/a-importancia-brincar-na-educacao-infantil.htm-acesso em 05/08/15)
 CEI  PINGUINHO DE GENTE 
TURMA DA MONICA
PRÉ-ESCOLA
PROF:NILZA

Amigos bichos

Os animais causam encantamento e despertam o interesse natural das crianças desta faixa etária que, em geral, contam com várias informações relativas a eles. A presença no cotidiano das crianças (desenhos animados, histórias, jogos) e o importante caráter de identificação das vivências pessoais e sociais das crianças fazem do tema ser ainda mais interessante.
Assim, no final do projeto de Identidade e diversidade, ouvimos histórias que tratam da diversidade, entre elas, Nerina, a ovelha negra. Visitamos alguns animais de estimação da Turma e recebemos a visita da Avó do Miguel que trouxe filhotinhos de cachorro para visitar a Turma.  

Professora Laura Enedina Venâncio Prim

Aquisição de livros de história infantil para os CEIs do Município de Trombudo Central. Os professores do CEI Gente Miúda e seus pequenos, p...